Após R$ 3 bilhões em aditivos, nove estádios da Copa caíram na Lava Jato, entre eles a Arena da Amazônia

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Vão-se os anéis, ficam-se os dedos. Assim se sentem os moradores amazonense que pagaram pela fortuna da obra da Arena da Amazônia. O que pouca gente sabia era que boa parte desse dinheiro suado serviria para custear propina e corrupção do governador Eduardo Braga e Omar Aziz, assim seguem nas denúncias encaminhadas pela Polícia Federal.

A construção das arenas da Copa do Mundo de 2014 sempre foi cercada de suspeitas de corrupção, sentimento que cresceu com o aumento dos custos dos estádios em R$ 3 bilhões. Quase três anos após o início do Mundial, as investigações da Operação Lava Jato têm trazido luz e comprovado boa parte destas suspeitas, com nove arenas aparecendo nas delações premiadas.

Na Arena Pantanal também há investigação, mas ela ocorre fora da operação da PF (Polícia Federal). Abaixo, uma síntese do que está sendo investigado na Arena da Amazônia.

Arena da Amazônia

Arena da Amazônia / Foto : Portal da Copa
Arena da Amazônia / Foto : Portal da Copa

Valor inicial: R$ 515 milhões / Valor final: R$ 660,5 milhões

Investigados: Os ex-governadores do Amazonas Eduardo Braga (PMDB) e Omar Aziz (PSD) e a Andrade Gutierrez.

Denúncias : A empreiteira afirma ter pago 10% sobre o valor da obra a Eduardo Braga e 5% a Osmar Aziz. O resultado da licitação teria sido combinado.

Além da Arena da Amazônia, as outras arenas que estão sendo investigadas são : Estádio do Maracanã , Arena Corinthians, Estádio Mané Garrincha, Arena das Dunas, Arena Pernambuco, Estádio da Fonte Nova, Estádio Castelão, Arena Pantanal e o palco do 7×1, o estádio do Mineirão.

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