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Após saber que Monte Horebe sumirá do mapa, moradores fazem manifestação

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Na tarde desta sexta-feira (28), o Governo do Amazonas tomou a decisão de reintegrar as terras invadidas na Reserva Florestal Adolpho Ducke e acabar com o Monte Horebe, um dos locais mais perigosos de Manaus da atualidade devido o tráfico de drogas e domínio de crime organizado.

A reunião do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM), o Governo do Amazonas para ajustar os detalhes para o início da ação de reintegração do Monte Horebe, uma das maiores ocupações irregulares da zona norte de Manaus.

Após saber que Monte Horebe sumirá do mapa, moradores fazem manifestação

A identificação das famílias que vivem na área, que de fato precisam de moradia, terá toda a assistência social do Estado, com acompanhamento da Defensoria Pública do Estado (DPE-AM). A desocupação deverá começar na próxima segunda-feira (2).

O fato curioso é justamente esse, pois o Governo assegurou que as “famílias de bem” terão toda a assistência do Estado, mas quem então está liderando a manifestação?

Veja vídeos da manifestação

Ainda segundo o vice-governador, as famílias que estão na invasão não serão desamparadas pelo governo. “Isso é parte de um acordo junto com a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM). Estamos aqui, anunciando um produto de meses de composição com todas as nossas equipes e a preocupação é que as famílias não sejam desalojadas e colocadas ao léu”, explicou.

Reserva Florestal e o tráfico de drogas

Outra preocupação exposta é sobre a expansão da invasão Monte Horebe sobre áreas da Reserva Florestal Adolpho Ducke, além da forte atuação do tráfico de drogas no local, que prejudica muitos moradores da área. “Nosso foco, a preocupação do governador Wilson Lima, é com as pessoas, com quem de fato precisa de moradia e que também sofre com a atuação do tráfico de drogas. Vamos dar toda a assistência social a essas pessoas e vamos livrá-las das mãos da criminalidade”, disse Carlos Almeida.

O vice-governador explica que a homologação judicial do acordo foi uma preocupação do Estado desde o início. “A ação no Monte Horebe envolve questões sociais, de segurança pública e de meio ambiente. Colocar tudo no papel, com o devido cuidado em cada etapa, é uma garantia para todos, em especial para o Governo, de que a ação se dará de forma responsável, com o devido cuidado com as famílias desvalidas, para que se evite que a reintegração de uma ocupação irregular gere outras tantas. Queremos evitar os casos que aconteceram no passado”.

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