Assassina j√° revelava vontade de matar marido em postagem no Facebook

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Nas redes sociais o que parecia um relacionamento dos sonhos, exposto de maneira sublime, acabou em trag√©dia no √ļltimo s√°bado (14), no bairro da Pedreira, em Bel√©m. Uma mulher matou o marido com uma facada no peito ap√≥s uma discuss√£o motivada por ci√ļme.

Assassina já revelava vontade de matar marido em postagem no Facebook - Imagem: Reprodução
Assassina já revelava vontade de matar marido em postagem no Facebook РImagem: Reprodução

A Polícia Civil confirmou a ocorrência e informou que a assassina, identificada como Andressa Cardoso, fugiu após o crime e permanece foragida. Ainda segundo a polícia, Andressa terá a prisão solicitada à Justiça em breve.

De acordo com testemunhas, após perceber que havia matado o marido, identificado como Bruno Almeida, Andressa chegou a pedir socorro junto a alguns vizinhos, fugindo logo em seguida. A vítima foi encontrada pelos vizinhos jogada no chão da residência, chegou a ser levada para o Hospital Pronto Socorro Mário Pinotti, mas teria chegado já sem vida ao local.

Declara√ß√Ķes de Amor nas Redes Sociais

Bruno costumava sempre publicar declara√ß√Ķes de amor para Andressa nas redes sociais. O casal era chamado entre os amigos de ‚ÄúBrunessa‚ÄĚ.

Assassina já revelava vontade de matar marido em postagem no Facebook - Imagem: Reprodução
Assassina já revelava vontade de matar marido em postagem no Facebook РImagem: Reprodução

Em alguns posts Andressa deixava evidente seus ci√ļmes de Bruno, e em algumas publica√ß√Ķes a assassina chegou at√© a confessar, em tom de brincadeira, que as vezes sentia vontade de matar o marido. Veja:

Assassina já revelava vontade de matar marido em postagem no Facebook - Imagem: Reprodução
Assassina já revelava vontade de matar marido em postagem no Facebook РImagem: Reprodução

O assassinato de Bruno é considerado como mais um triste caso de crime passional no Pará. O crime cometido por paixão pode ser considerado como homicídio qualificado, com pena prevista de até 25 anos de prisão, dependendo de uma série de variantes que a investigação irá apontar.

Em setembro do ano passado o caso de Dyone Reis, que atropelou e matou sua namorada após ser flagrada saindo de um motel na capital, repercutiu nacionalmente. Na altura, Dyone se apresentou à polícia espontaneamente, logo após ter matado sua companheira.

(DOL)

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