História do bairro: Centro

1704

A história do centro de Manaus começou desde 1791 às margens do rio Negro, a partir do momento em que houve a mudança da sede da Capitania de São José da Barra do Rio Negro, da cidade de Barcelos, antiga Mariuá, para a ilha de São Vicente, onde hoje está localizado o 9º Comando Naval, sob o comando do vice-almirante Domingos Sávio Almeida Nogueira.

De acordo com o historiador Gaitano Antonaccio, essa urbanização iniciou às margens do Rio Negro, em razão do clima quente. Depois se expandiu em direção à praia do mercado, onde os sírios-libaneses tornaram-se responsáveis pela implantação de casas comerciais e residências que vêm desde o final do século 19.

BAIRRO ATUALMENTE

Localizado na Zona Sul de Manaus, o Centro faz limites com os bairros Cachoeirinha, Praça 14 de Janeiro, Nossa Senhora das Graças, São Geraldo, Presidente Vargas e Aparecida, tornando-se separado dos bairros de São Raimundo e Glória pelo igarapé do São Raimundo e do Educandos, pelo igarapé homônimo. Estão erguidos no centro de Manaus o Teatro Amazonas, o Tribunal de Justiça; o Mercado Adolpho Lisboa; o Palácio Rio Negro; hoje transformados em centros culturais, o Porto de Manaus; o prédio da Alfândega com a Guardamoria; o Relógio Municipal da avenida Eduardo Ribeiro; a catedral de Nossa Senhora da Conceição; as igrejas de Nossa Senhora dos Remédios; de São Sebastião; de Nossa Senhora Auxiliadora; o Colégio Estadual do Amazonas; o prédio da antiga Faculdade de Direito do Amazonas; o Palacete Provincial, por muito tempo serviu como quartel da Polícia Militar; o prédio do Centro de Artes Chaminé; onde funcionou a concessionária de águas Manáos Improvmentes Ltd., o Colégio Dom Bosco com sua Igreja, o Paço da Liberdade prédio que serviu de sede durante muitos anos à Prefeitura de Manaus, o Palácio Rio  Branco, prédio onde funcionou a Assembléia Legislativa do Amazonas, a Santa Casa de Manaus de Misericórdia; o prédio da Sociedade Portuguesa Beneficente do Amazonas; as sedes sociais do aristocrático Ideal Clube, do Atlético Rio Negro Clube, do Luso Sporting Club; atualmente cedido às Faculdades Uninorte; além de outras construções famosas destruídas pelo progresso insensível e como os cinemas Guarany, Polytheama, Eden, Avenida, Odeon e outros logradouros de grata lembrança.

Centro
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