Índio é preso e confessa participação nas mortes do soldado Portilho e do cantor Junior

116

Nesta terça-feira (2/1) foi apresentado na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), o traficante Fábio Barbosa de Souza, o “Índio”, preso no último sábado (30/12), por policiais militares da 13ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), em via pública, no bairro Cidade de Deus, zona Norte, quando se prep

Fábio Barbosa de Souza, o “Índio”, assume participação nas execuções de soldado da PM e do cantor Junior- Imagem: Divulgação
Fábio Barbosa de Souza, o “Índio”, assume participação nas execuções de soldado da PM e do cantor Junior- Imagem: Divulgação

arava para cometer assaltos no bairro Cidade de Deus.

 

De acordo com o delegado titular da Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Juan Valério, o traficante era o último suspeito procurado por envolvimento na execução do soldado da Polícia Militar, Paulo Sérgio da Silva Portilho, morto em maio de 2017.

Índio também é suspeito de envolvimento no assassinato do cantor Melvino de Jesus Júnior, o “Júnior”, vocalista do grupo “Júnior e Banda”. O crime aconteceu no dia dia 29 de abril de 2017, no município de Codajás.

De acordo com Juan Valério, o traficante foi ouvido na delegacia e confirmou a participação nos dois homicídios. Disse ainda que o cantor Junior foi confundido com o traficante que estava marcado para morrer, o ‘Vitão’.

No homicídio do soldado Portilho, Fabio estava na invasão Buritizal, quando foi chamado pelo traficante “Filé”, comparsa de “Gigante”, Rodolfo Barroso Martins, 25. Índio contou que assistiu a execução, mas conforme relatos de outros envolvidos, ele teria dado facadas na vítima durante o crime.

Rodolfo Barroso Martins, 25, conhecido como “Gigante”, apontado como o responsável por ordenar a morte do soldado da PM, é acusado de comandar o tráfico na área do Buritizal.

“Gigante” tem ligação direta com o narcotraficante e lider da facção criminosa Família do Norte (FDN), João Pinto Carioca, o “João Branco”, que fazia o recolhimento do dinheiro apurado nas bocas de fumo da ocupação. Presos envolvidos no crime deram detalhes de como funcionava o “Bonde do Buritizal”, segundo informações da polícia.

Fonte: A assessoria

Comentários