Mais 10 locais para visitar em Manaus

2000

Após eu ter tido uma excelente aceitação no último post que recomendei 10 locais para visitar em Manaus, resolvi pedir mais sugestões com o pessoal que curte a página “No Amazonas é Assim“. Choveram de dicas! Algumas boas e outras nem tanto, porém listarei aqui todas as dicas.

Na nova lista falarei dos locais: Museu Casa Edurdo Ribeiro, Feira da Panair, Ponte Rio Negro, Jardim Botânico, Feira de Artesanato, Centro Cultural Povos da Amazônia, Igarapé do Mestre Chico (Prosamim), Palácio Rio Negro, Palacete Provincial e Igreja da Matriz.

Algumas sugestões que não estarei comentando aqui, mas que foi sugerida por eles foram:

Locais bacanas

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Porto de Manaus (a área portuária é uma área de camelôs,mas bem típica da região la é extremamente muvucado); Museu Luso Brasileiro da Amazônia ; Biblioteca do IPHAN (IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional); Encontro das águas (você pode pegar o barco ou do Roadway (centro de Manaus) ou da Ceasa (Zona Sul); Praça da Saudade; Praça Heliodoro Balbi; Centro de Artesanato Branco e Silva.

Locais não tão bacanas

Rêmulos (casa de strip tease mais famosa de Manaus); Ruas escuras da Zona Leste (é com certeza uma das coisas mais arriscados de se fazer); Itamaracá (outra área de refúgio de modelos que descansam durante o dia); engarrafamento da Avenida Constantino Nery as 18h (absolutamente evitar).

Bem vamos começar a lista de + 10 locais para visitar em Manaus:

10 – Museu Casa Eduardo Ribeiro

A casa onde morou o ex-governador Eduardo Ribeiro é bem legal de se conhecer, lá é possível presenciar alguns objetos de usos pessoais do Eduardo Ribeiro além de pode subir os andares da sua casa que tinha a vista privilegiada para o Teatro Amazonas (Construido durante o seu governo), tem também o quintal onde possui uma agradável atmosfera, além da sua charrete estacionada.

O museu está localizado no centro histórico de Manaus. O museu portanto possui uma exposição permanente de mobiliário residencial de época, objetos de uso pessoal e de arte que procuram recriar o modo de vida do final do século XIX e início do século XX, época em que viveu Eduardo Gonçalves Ribeiro. É possível também ver algumas anotações, alguns sketchs e algumas frases do governador, a mais conhecida acredito que seja “Encontrei Manaus uma aldeia e dela fiz uma cidade moderna…”
Eduardo Ribeiro também era conhecido como “O Pensador”, por causa de um jornal que teria fundado com esse nome no Maranhão.

Museu Casa Eduardo Ribeiro foto: Lúcia Barreiros
Museu Casa Eduardo Ribeiro
foto: Lúcia Barreiros

9 – Feira da Panair

A feira da “panaí” é uma feira que foi montada no mesmo local que antigamente funcionava uma companhia aérea a Pan Air. A feira é uma mistura de feira e cais. Esta feira é muito tradicional, é um excelente local para ver produtos populares como colorau, guaraná, castanha-do-Pará, peixes do Rio Amazonas, pimentas dos mais diversos tipos, frutas da região e condimentos. Os peixes são em conta, é possível de negociar um tambaqui média por R$35,00.

Não se assuste com o aspecto, gritaria, movimento, pois esse é o modo como nós amazonenses fazemos feira. Aproveite para tirar muitas fotos, e o conselho é sempre aquele. “Em local muito tulmutuado redobre sua atenção”.

Feira da Panair
Feira da Panair

8 -Ponte Rio Negro

A polêmica ponte do bilhão (a ponte foi inicialmente orçada em R$ 600 milhões, mas devido a corrupção e todas as falcatruas no Amazonas, o valor final foi um pouco mais de R$ 1 bilhão).

Essa ponte é um marco na integração da Região Metropolitana. Tá certo que do outro lado do Rio ainda não tem muita novidade, mas com certeza os interiores se desenvolverão ainda mais devido essa integração. Inclusive com a ponte o governo já prevê uma Cidade Universitária em Iranduba.

ponte é considerada como a maior ponte fluvial e estaiada (é um tipo de ponte suspensa por cabos constituída de um ou mais mastros, de onde partem cabos de sustentação para os tabuleiros da ponte) do Brasil, com 3,5 quilômetros de extensão (3.595 metros) e a segunda maior do mundo.
Ela possui uma linda iluminação portanto é bem recomendado de contremplar-la durante a noite.

Ponte Rio Negro
Ponte Rio Negro

7 – Jardim Botânico

Visitar o Jardim Botânico Adolpho Ducke de Manaus é experimentar toda a exuberância da floresta de terra firme amazônica.

Localizado na borda da Reserva Florestal Adolpho Ducke, na zona Leste de Manaus, seus mais de 3km de trilhas levam o visitante ao interior da mata primária onde é possível encontrar árvores como um angelim-pedra (Dinizia excelsa) de 40 metros e 400 anos de idade.

Borboletas e outros insetos, macacos e preguiças também podem ser vistos nas trilhas. Com sorte, há a chance de um encontro com animais selvagens raros, como o gavião-real (Harpia harpyja), que chega a medir dois metros de uma asa a outra e é considerada a mais poderosa ave de rapina do mundo.

Criado em 24 de outubro de 2000, o Jardim Botânico de Manaus é administrado por meio de uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), a Prefeitura de Manaus e o Museu da Amazônia (Musa).

Jardim Botânico Adolpho Ducke
Jardim Botânico Adolpho Ducke

6 – Feira de Artesanato (Avenida Eduardo Ribeiro)

Nada mais legal para se comprar souvenirs de Manaus do que nessas feiras de artesanatos. Claro que quem vem a Manaus percebe que é uma cidade bem desenvolvida e grande, e que a cultura indígena ainda é bem presente. Portanto, eu aconselho comprar algo regional, algo indígena.

Existem colares, pulseiras e anéis lindos produzidos com sementes e penas de aves. A verdade é que tem souvenirs para todos os gostos, se você for do tipo que curte um grande objeto não tem problema, lá também tem Arcos e Flechas, Quadros com entalhamento de madeira, Esculturas, Peixes palhados, Camisas, Bordados, perfumes, sabonetes, doces, bombons (balas) de cupuaçu, açai e castanha…

E se você gostar de experimentar novas gastronomias com certeza também encontrá lá deliciosos pratos, tudo bem ali, no meio de uma das avenidas mais movimentadas de Manaus que durante o domingo de manhã para.

Feira de Artesanato (Avenida Eduardo Ribeiro)
Feira de Artesanato (Avenida Eduardo Ribeiro)

 

5 – Centro Cultural Povos da Amazônia

Este Centro Cultural possui dois espaços.
O museu (parte interna) é decorado com vários grafismos indígenas e textos sobre a Amazônia, seus diversos corredores são temáticos e possui uma galeria de imagens regionais, serve para acolher eventos de grande e médio porte.

O Centro de Convenções (parte externa) serve para apresentações culturais e ferve durante os meses de junho, devido as festas juninas. Todos os dias milhares de pessoas passam pelo centro cultural para assistir às apresentações de ciranda, quadrilha e outras danças típicas.

Centro Cultural Povos da Amazônia
Centro Cultural Povos da Amazônia

4 – Igarapé do Mestre Chico (Prosamim)

O Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (PROSAMIM) é um projeto do governo Estadual para a revitalização das áreas de igarapés. Esse projeto consiste basicamente em 4 passos: 1) Idenizar todas as pessoas que moram em palafitas na beira do rio. 2) Derrubar todas as palafitas. 3) Aterrar os igarapés. 4) Tornar o espaço desapropriado para uma nova construção pública.

Teve uma área de Prosamim, na rua Leonardo Malcher, que o governo transformou em Conjunto Residencial, e aquelas casas, já regularizadas, foram doadas para as pessoas que não haviam sido idenizadas, as casas tinham infraestrutura e os moradores não poderiam modificá-la.
Outros locais, como no caso do Igarapé Mestre Chico, foram construidos quadras poliesportivas para a comunidade praticar esporte, fazer caminhada, e conviver.

É um projeto muito amplo e já tem várias outras áreas de Manaus contempladas com este projeto. Para citar outro exemplo, o Parque Senador Jefferson Perez também era uma área de palafitas no centro de Manaus, e que hoje é um parque modelo graças ao Prosamim.

Igarapé do Mestre Chico (Prosamim)
Igarapé do Mestre Chico (Prosamim)

3 – Palácio Rio Negro

Palácio Rio Negro foi sede do Governo e Residência Oficial do governador. Seu nome original era Palacete Scholz, construído pelo alemão Waldemar Scholz, considerado o “Barão da Borracha”. Teve o nome alterado para Palácio Rio Negro em 1918 após autorizada a compra pelo governador do Amazonas, Pedro de Alcântara Bacellar.

Os visitantes, devidamente acompanhados por monitores bilíngües, usufruem gratuitamente do conforto de salas climatizadas, que homenageiam cada uma delas um Governador do Amazonas ao longo da história da República.

Instalado na mais alta torre do prédio, encontra-se o mirante, que proporciona uma privilegiada vista de Manaus com suas árvores frondosas, ainda preservadas quando da construção das avenidas e prédios advindos do inexorável progresso. O visitante também poderá observar o tráfego das embarcações regionais nas águas escuras do Rio Negro: imagens que tanto retratam o cotidiano do caboclo amazônida.

Exposições, shows musicais, Projeto Livro Vivo, palestras, reuniões, visitas oficiais, lançamentos literários e bastante entretenimento cultural têm nome: Centro Cultural Palácio Rio Negro.

Centro Cultural Palácio Rio Negro foto : Roberta Soriano
Centro Cultural Palácio Rio Negro
foto : Roberta Soriano

2 – Palacete Provincial (Museu de Numismática Bernardo Ramos)

O Palacete Provincial, conhecido por mais de cem anos como Quartel da Polícia Militar, e que agora retoma sua denominação original, acompanhou o evoluir da sociedade amazonense.
o Palacete Provincial encontra-se sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de Cultura, que o restaurou para nele abrigar os Museus do Estado: Museu de Numismática, Museu da Imagem e do Som do Amazonas, Pinacoteca do Estado, o recém criado Museu de Arqueologia e o Museu Tiradentes (que sai da administração da Policia Militar para a SEC). Nele também passa a funcionar o Ateliê de Restauro de Obras de Arte e o Ateliê de Papel.

Palacete Provincial (Museu de Numismática Bernardo Ramos)
Palacete Provincial (Museu de Numismática Bernardo Ramos)

 

1 – Igreja da Matriz

A Catedral Metropolitana de Manaus localiza-se próximo ao centro de Manaus. É a igreja matriz da cidade, remontando aos missionários carmelitas que, em 1695, ergueram a primitiva Matriz de Nossa Senhora da Conceição, entretanto, foi destruída por um violento incêndio em 1850.

A atual edificação é em estilo grego, com grande parte do material importado da Europa, principalmente de Portugal; é o caso dos seis sinos de fundição portuguesa da capela-mor do batistério e dos três altares, tudo em pedra de lioz vinda de Lisboa. As telhas vieram de Nova Rainha (hoje Parintins).

Em 1862 foi criada a Diocese do Amazonas, sendo a Igreja de N. S. da Conceição elevada a Catedral e inaugurada oficialmente em 1877.

A Catedral já recebeu a visita do papa João Paulo II, em 1980, quando visitou a cidade de Manaus. A cadeira que ele utilizou ao celebrar a missa campal na cidade, até hoje está guardada no museu da igreja.

Catedral Metropolitana de Manaus Foto : Márcio Lavôr
Catedral Metropolitana de Manaus
Foto : Márcio Lavôr

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