Manaus: desinformação e hospitalidade

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Na semana precedente a Copa do Mundo brincamos em forma de posts humorísticos sobre os principais problemas que os estrangeiros enfrentariam em Manaus.  Entre os problemas estava a questão da “desinformação”.

Nos primeiros dias do Mundial, a hospitalidade dos brasileiros foi o que os turistas mais elogiaram nas 12 cidades-sede, em levantamento feito por repórteres e enviados especiais do GLOBO sobre os pontos positivos e negativos na primeira semana da Copa.

Os pontos positivos e negativos de Manaus foram : desinformação e hospitalidade, confira abaixo.

Manaus: desinformação e hospitalidade
Manaus: desinformação e hospitalidade

Manaus: desinformação e hospitalidade

O turista que desembarcou no Aeroporto Internacional de Manaus na última semana teve que driblar alguns adversários, como a pouca sinalização, placas que levam nada a lugar algum, funcionários que não falam inglês e ausência de uma praça de alimentação.

A falta de informações turísticas e de preparo de funcionários se repetem por toda a cidade.

— Não peguei um único taxista que fale inglês ou espanhol até agora — reclamou o turista britânico Paul Willis. — E eles insistem em falar português com você, só que mais devagar, como se isso fizesse alguma diferença.

Mas nem tudo é martírio, e Manaus tem sido considerada pelos visitantes uma cidade muito receptiva. A hospitalidade é diretamente proporcional à empolgação dos moradores com a Copa (os protestos são ínfimos). As ruas enfeitadas e a descontração nos bares fazem com que “gringos” e manauaras interajam animados.

Outro ponto forte da cidade é a proximidade com a floresta.

— Quero me embrenhar na mata e ser picado por mosquitos! — brincou um inglês.

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