Médicos condenados por fraude em licitação e terão que devolver R$ 3 mi

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Atendendo ao pedido do Minist√©rio P√ļblico Estadual (MP-AM), a 2¬™ Vara da Fazenda P√ļblica Estadual, com o juiz titular Leoney Figlioulo, condenou a empresa¬† que faturou R$ 6,1 milh√Ķes em contratos com a Secretaria Estadual de Sa√ļde (Susam), a¬† S J Atividade M√©dica Hospitalar Ltda,¬† por improbidade administrativa com os m√©dicos Daniel Goulart, Zena Goulart e Saionara de Vasconcelos, que ter√£o que devolver, quase R$ 3 milh√Ķes por fraude em licita√ß√£o.
O ex-secret√°rio estadual de Sa√ļde, Wilson Alecrim tamb√©m era r√©u no processo, mas foi considerado inocente pelo juiz.

A empresa S J Atividade M√©dica, de nome fantasia de Grupo Sa√ļde Amazonas, apresentou documenta√ß√£o fraudada no preg√£o eletr√īnico n¬ļ 1430/2010 da Comiss√£o Geral de Licita√ß√£o (CGL).

O médico Daniel Goulart, na época da licitação, diretor da Cooperativa Amazonense de Pediatria (Cooap), declarou na CGL, nomes de médicas como parte da S J Atividade Médica, mas na verdade elas eram sócias da Cooap. As profissionais denunciaram à CGL, por ter seus nomes utilizados indevidamente.

Daniel Goulart era m√©dico do Estado, ao mesmo tempo, presidente da Cooap e al√©m disso era respons√°vel t√©cnico da empresa que participava do processo licitat√≥rio, S J (Grupo Sa√ļde Amazonas).

A CGL aplicou então à S J a penalidade de suspensão do direito de licitar e contratar com o Governo do Amazonas. Mesmo com a punição, a Susam prorrogou o contrato da empresa.

Os m√©dicos Daniel e Zena Goulart afirmam ser alvos de um compl√ī. A advogada Simone Rosado, que representa os mesmos, afirmou que ir√° recorrer da decis√£o.

O Grupo Sa√ļde Amazonas atuou 4 anos, especificamente no Hospital Plat√£o Ara√ļjo
O Grupo Sa√ļde Amazonas atuou 4 anos, especificamente no Hospital Plat√£o Ara√ļjo

 

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