Inicial Notícias Internacional Mulher resolve pagar mais barato e o resultado da cirurgia é totalmente inesperado

Mulher resolve pagar mais barato e o resultado da cirurgia é totalmente inesperado

4 minuto de leitura
0
1,608

Nicole Reed, de 30 anos, seguiu o conselho de uma colega de trabalho. viajou de foi de Auckland, Nova Zelândia, para a Turquia para realizar uma cirurgia plástica. De acordo com o The Sun , ela achou que valeria a pena viajar para colocar implantes porque sairia mais barato, porém o resultado final foi bastante diferente do esperado.

A mulher conta que seu desejo de fazer cirurgias plásticas, surgiu na internet. “Eu via fotos de garotas com corpos esculpidos, lábios grossos e pele perfeita na tela do celular e pensava ‘Eu amaria ter essa aparência’. Trabalhando como comissária em super iates eu sempre estive cercada de gente assim e praticamente vivia de maiô, então me sentia inadequada e depois de sofrer com efeito sanfona, meus seios estavam caídos”, afirmou ela.

Foto: Reprodução/The Sun

Ao descobrir que na Turquia os implantes de silicone eram mais baratos. “Encontrei uma clínica que fazia a cirurgia por 2,8 mil libras esterlinas (cerca de R$ 14,9 mil) – cerca de mil libras (R$ 5,3 mil) a menos do que no Reino Unido ou na Nova Zelândia”. Ela resolveu realizar a cirurgia.

“Meses depois, pousei em Istanbul, animada com meu novo corpo. Deu tudo certo e amei meus novos implantes, mas concluí que precisava levantar os seios . Uma vez que comecei, não parei mais. Queria fazer enxerto no rosto, lipoaspiração e levantar o bumbum.”

No ano de 2017, Nicole voltou a Turquia e reencontrou o cirurgião plástico. Ele sugeriu fazer todos os procedimentos que ela queria, porém de uma única vez para “economizar dinheiro e cirurgias” e, apesar de não ter planejado isso, ela concordou.

“Depois de uma operação de sete horas, eu senti que tinha sido atropelada por um ônibus. Meu corpo todo doía e eu estava vomitando sangue. Como eu havia operado meus seios e meu bumbum, não poderia deitar de costas ou de frente. Dormir era uma agonia”, relata.

Dois dias depois da cirurgia a mulher foi liberada, mas ainda sentindo fortes dores. “Fiz check in em um hotel e fiquei na cama. Todas as partes do meu corpo doíam. Depois de uma semana, fui ao aeroporto. Tinha marcado um voo para a Tailândia, pensando que poderia me recuperar no Sol e os médicos tinham me liberado para voar. Quando cheguei, não tive a energia para curtir.”

“Deitei em travesseiros perto do bar e decidi cuidar do meu corpo. ‘O que fiz comigo mesma?’, pensei. Me sentia como a vítima de um acidente de carro. Dias depois, notei que os pontos no meus seios estavam abrindo, infeccionados e cheios de pus.”

Ela “implorou pela ajuda” de um médico na Tailândia que removeu os pontos e prescreveu um novo antibiótico. “Sentindo que não tive cuidado suficiente na clínica da Turquia, eu entrei em contato com o cirurgião, mas o número estava fora de área. Estava com medo e com dor.”

Então, ela voltou para a Nova Zelândia. “Quando meu irmão me buscou no aeroporto, eu sabia que precisava de ajuda. Ele me levou direto ao hospital e a enfermeira que me atendeu ficou chocada. ‘O que aconteceu com você?’, ela perguntou. Meus seios estavam deformados”, diz.

De acordo com a mulher,  um cirurgião local recomendou uma plástica corretiva, mas só pode ser feita após a cicatrização completa. “Enquanto isso, só posso esperar. O médico me explicou que sem o devido cuidado, eu não consegui me curar direito e uma bactéria entrou na ferida, causando uma infecção. Agora, preciso lidar com as consequências disso”, comenta.

“Eu queria ter pesquisado sobre os perigos do turismo médico antes de passar por isso. A pior parte é que eu fiz isso para mim mesma. Me arrependo de corpo e alma. Quero alertar outras pessoas para que elas não fiquem admiradas por fotos nas redes sociais, não vale a pena. Tive que aprender com o meu erro e percebi que você recebe o que paga”, termina ela.

Comentários

Carregue Mais Notícias Relacionadas
Comentários estão fechados.