”Nos últimos dias, vivi momentos de terror”, diz Mileide Mihaile sobre nova polêmica com Safadão

A confusão entre o cantor Wesley Safadão e sua ex Mileide Mihaile, envolvendo o filho Yhudy, é digno de uma novela mexicana do SBT. A cada dia, um novo capítulo, com alfinetadas, discussões na web e brigas na justiça, é acrescido à história. Embora não há como confirmar quem é o vilão ou o mocinho, nesta trama nada monótona, diga-se de passagem, o que não falta é assunto para entreter os espectadores.

Foto: Reprodução/Instagram
Foto: Reprodução/Instagram

Desta vez, o cenário da nova polêmica gira em torno do aniversário do jogador Neymar Jr, ocorrido na noite desta segunda-feira, 4, em Paris, na França. Convidado para cantar na festa, Safadão tentou levar o filho Yhudy para o evento, mas foi impedido pela mãe do garoto, Mileide Mihaile.

A confusão foi divulgada pelo programa Fofocalizando, do SBT, confirmada pela atual esposa do músicoThyane Dantas, nas redes sociais. Em seguida, Safadão comentou o ocorrido. Mas nesta terça-feira, 5, Mileide divulgou um comunicado oficial à imprensa, contando a sua versão.
Confira a nota na íntegra.
“É com profunda tristeza que venho esclarecer todo esse disse me disse envolvendo meu nome e o nome do meu filho menor de idade. É lamentável que depois de tanta exposição, desgastes, acertos na justiça. Eu ainda tenho que falar publicamente sobre esse assunto. Nos últimos dias vivi momentos de terror, tendo que dar conta dos meus compromissos sorrindo, enquanto meu coração sangrava. Parece texto de uma série de terror, mas infelizmente não é.  Trata-se de um assunto muito sério que envolve  traição, descaso, alienação parental, perseguição. 

Mesmo depois de falsos pedidos de perdão. Todos que nos acompanham sabem, ficou acertado na justiça que meu filho ficasse 15 dias comigo e 15 dias com o pai. O pai escolhe quais os dias quer ficar com nosso filho deixando o resto pra mim, independentemente de ser datas que queira partilhar, festa familiares e até mesmo divisão do seu aniversário. O que eu já vejo como um grande esculacho, por muitas vezes além dos 15 dias dele, ainda quer obrigar a levar a criança, invadindo assim os meus dias determinados pela justiça. E foi o caso dessa vez: eu estava no Rio de Janeiro a trabalho, colocaram meu filho pra me ligar avisando e pedindo incansavelmente pra fazer uma viagem a Paris pro aniversário do jogador Neymar. Como pode levar um assunto desses a uma criança de 8 anos antes de consultar a mãe? Disse ao meu filho que conversaríamos pessoalmente  e foi pessoalmente que percebi que meu filho não estava fazendo tanta questão como foi dito que era o sonho dele. Sem falar que as aulas acabaram de voltar e, mais, o pai dele estaria no dia da viagem a Paris, fazendo show, não viajaria junto com a criança. Ele iria na companhia da madrasta. Mais um motivo pra eu não ver sentido algum, sem falar que o programa alegado nada tem a ver com uma criança, a festa de um jogador de futebol cujo tema é cabaré, lugar pra adulto.

Pra resumir, fui surpreendida ao encontrar o Watila, irmão do Wesley, em uma loja que me abordou de forma traiçoeira. 10 minutos depois o motorista do Wesley estava na porta da loja me coagindo, nos causando – a mim e ao meu filho – constrangimento e medo, e com uma intimação assinada pra que levasse meu filho a força pra viajar. Tenho os vídeos e cartas do gerente e da vendedora da loja, descrevendo o ocorrido e já foram encaminhados a justiça. Não levaram não pelo meu não, e sim porque meu filho chorando disse que não ia! De modo que eu espero sinceramente que parem de me perseguir, parem de prejudicar o psicológico do meu filho. Ele é uma criança e não merece tudo isso. Eu queria estar com o meu filho no período do Carnaval, o pai não autorizou a demanda e eu acatei. Mais uma vez, peço encarecidamente, por tudo que há de mais sagrado, que me deem paz de espírito para que eu possa viver minha vida e criar meu filho com harmonia e dentro da normalidade que uma criança precisa e merece ser criada.”

Confira também o comunicado de Safadão:
“Acabei de chegar em Paris e já tomei ciência do que está acontecendo no Brasil. Se é chato pra algumas pessoas que falam que não aguentam mais essa exposição da minha vida pessoal, imagina pra nós. Mas aprendi, diante de tudo o que aconteceu no ano passado, que a gente precisa se pronunciar e falar o que de fato aconteceu.

Na semana passada, recebi o convite para participar do aniversário do Neymar Jr. Foi quando vi a possibilidade de trazer o Yhudy e a minha família. Mas, principalmente, o Yhudy que já conhece o gosta muito de futebol e é fã dos jogadores. Já tinha definido há dois meses com a mãe do Yhudy a agenda de fevereiro. Ela ficaria com este final de semana que passou e o próximo ficaria comigo. Isto, ajustamos todos os meses, por meio de advogados. E para trazer o Yhudy precisaríamos inverter os finais de semanas, mas não conseguimos contato de imediato. A resposta começou a demorar e como foi tudo de ultima hora, tinha voos pra marcar e passagens para comprar. E tinha um limite de até terça-feira à noite, que depois conseguimos prorrogar para quarta. Pedi pra comprar a passagem de todos, inclusive do Yhudy. O meu filho tem contato direto com a mãe pelo celular dele lá em casa. E meu contato com ele é através do celular dele na casa da mãe. E quando foi terça à noite, ele estava querendo falar com a mãe para saber se ia ser possível ou não viajar. Ele me chamou e disse que poderia ir sim. Ele mandou um áudio no whatsapp e ela confirmou. Até aí tudo bem. Já eram quase 22h e eu estava colocando-o para dormir.

Quando foi na quarta-feira, soube que ela não iria autorizar a viagem. Falei com a minha advogada e ele disse que existia uma forma de explicar pra justiça que foi de ultima hora esse convite e se tivesse todos os comprovantes talvez autorizassem. Disse que queria tentar.
Na justiça a gente conseguiu autorização pro Yhudy viajar, por meio de um oficial de justiça. Disse que não precisava do oficial. Já que estávamos com a autorização, eu iria pedir ao motorista para pegar o meu filho na escola. 

Com a autorização o motorista foi à escola pegar o Yhudy. Quando viu a Mileide, ela perguntou o que ele estava fazendo. Ele disse que estava com a autorização. Aí ela citou alguns nomes, que não precisam ser ditos e perguntou se o motorista ia pegar o menino à força. Ele disse que não e que se ela não autorizasse, ele não o levaria. Ela se negou diante da autorização que nós tínhamos. Aí foi quando falei com meus advogados e eles indicaram mandar um oficial para ir buscar o Yhudy. Disse que não precisava de policia. Eu tentei o que pude pra trazer ele para a viagem, para realizar esse sonho, mas não quero envolver polícia. Além disso, estava muito em cima da hora, eram 15h e a viagem às 21h. Ate daria tempo, mas não quis chegar a esse ponto.

Algumas pessoas questionaram porque não levei o meu filho. Tentei e, inclusive, expliquei a forma. Mas vamos em frente. É algo que não queria compartilhar. Mas que isso não se propague de forma errada. Só para finalizar, para deixar claro, não teve polícia, a gente tentou de todas as formas traze-lo para essa viagem. Tivemos que ir à justiça para conseguir essa autorização que foi dada e não foi cumprida”.

Fonte: CARAS Digital

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