O curioso caso da brasileira de 36 anos de idade que continua bebê

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Você já pensou ser bebê para sempre? A ideia parece ser surreal, mas é o caso real de uma brasileira nordestina : Maria Audete do Nascimento. ,

A Maria Audete tem hoje 36 anos, e embora seja quase impossível de acreditar, Maria vive “aprisionada” em um corpo de uma bebê de 2 anos. Ela vive na zona rural de Muquém, Fortaleza/CE.

Maria Audete do Nascimento / Foto : Divulgação
Maria Audete do Nascimento / Foto : Divulgação

O caso de Maria foi analisado por muitos médicos, e de acordo com os diagnósticos ela sofre de hipotireoidismo congênito, o que impediu a mulher de produzir o hormônio tireoidiano, tiroxina (T4) e triiodotironina (T5), que são essenciais para o crescimento, desenvolvimento e metabolismo de todos os seres humanos.

Desde os dois anos de idade que ela não se desenvolvia, tanto fisicamente como mentalmente, porém, somente aos oito anos que Maria foi diagnosticada com a doença.

Maria Audete do Nascimento / Foto : Divulgação
Maria Audete do Nascimento / Foto : Divulgação

O mais triste é saber que, se o problema tivesse sido diagnosticado desde o início e recebesse tratamento adequado, hoje ela poderia estar curada, mas, pela precária condição que sua família vive, isso não foi possível.

A família Nascimento é bastante humilde, praticamente se alimentam do que plantam e colhem e vivem em uma comunidade bastante isolada, numa casa construída de barro e madeira.

Maria Audete do Nascimento / Foto : Divulgação
Casa da família da Maria Audete do Nascimento / Foto : Divulgação

A mãe biológica dela faleceu em 2003. Maria vive com seu pai e a madrasta Dora, que mesmo com toda a dificuldade, nunca deixou faltar amor à ela. Dora acredita que a sua missão na terra é cuidar de Maria Audete.

Muitas emissoras de televisão já contaram a história de Maria, no vídeo abaixo, você poderá assistir um vídeo de 2009 feito Record Nordeste, de quando ela iniciou o tratamento:

Atualmente, Maria recebe o tratamento da Universidade do Ceará e os médicos da Faculdade de Medicina oferecem assistência sem qualquer custo. A mulher vive nas melhores condições que sua família pode lhe proporcionar. O último registro público que se tem de Maria foi feito por uma apresentadora mexicana, Montserrat Oliver, para o programa Primer Impacto, da Univision:

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