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Projeto Pavulagi lança edição em (des)celebração ao Dia do Índio

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Somos Artista e protestamos com ARTE. Isso não é uma comemoração. Não há o que comemorar. Este é um levante em forma de experiência.

Nos alegramos com o conhecimento que os “parentes” deixaram pra gente e temos sede de mais conhecimento.

Inspirados pela música de Jorge Menezes e eternizada por Baby Brasil, “Todos dia era dia de índio” é o tema da festa que vai apresentar dados sobre o genocídio indígena, os dados territorialistas e claro os serviços ambientais que os povos originários entregam em suas atuais áreas protegidas e suas belezas.

O evento conta com 4 Djs e 2 Bandas se revezando durante 6 horas de evento.

A chegar, os interessados poderão beber Çapo feito de pó de guaraná de Maués cortesia da casa.

Durante a noite será servido o tradicional Caldo de Piranha presente em todas as edições e cortesia do projeto Pavulagi.

Drinks especiais serão oferecidos com cachaças e cervejas artesanais inspiradas nas ervas tradicionais.

Teremos pinturas corporais indígenas com jenipapo e urucum para quem se sentir a vontade de se sentir índio pelo menos na pele e no grafismo.

Exposição “XAM NICO” de Diego Batista (Arte em tela e Vídeos Mapping)
Programação Visual Mapping com Rodrigo Duarte.
A dança fica por conta da cantora e dançarina Luana Marajó do Pará.
QUEM SE IMPORTA VAI!

SOBRE O PROJETO PAVULAGI

Projeto concebido pelo dj/produtor Pedro Cacheado e Marcelo Nakamura, Pavulagi – A Festa do Orgulho Caboclo quer fazer um banzeiro cultural em águas urbanas, bebendo na origem dos grandes mestres e modernizando tradições até pouco tempo esquecidas.

ATRAÇÕES MUSICAIS

Dj Carol Amaral

Como toda a boa geminiana, Carol é multitarefa. Advogada durante o dia, DJ à noite, começou a produzir e tocar em eventos do cenário alternativo de Manaus, em parceria com amigos. Seus sets possuem uma identidade própria. Ritmos que não podem faltar? Pop nacional e internacional, indie alternativo, hip-hop, trap e brega funk.

Banda Mady & Seus Namorados

O projeto foi criado pelo músico e produtor Jefferson Mady. Nascido na cidade de Manaus, nas apresentações conta com amigos que possuem fortes afinidades musicais como Amado Batista e Teixeira de Manaus.
Mady e seus Namorados lançaram seu primeiro disco intitulado ”Canções e Litrões” em 2017, com todas músicas e arranjos feitos por Mady em uma única tarde ensolarada de Manaus. Prodígios esses meninos, e todos lindos.

Dj M Beats

Envolvido com a música desde o início dos anos 2000, Markito Rock iniciou a tocar profissionalmente no ano de 2010 como trompetista da banda Alaídenegão.
Pesquisador nato dos talentos do cenário alternativo independente, logo passou a colecionar discos, o que o tornou um entusiasta do universo dos discos de vinil e também despertou o interesse pelas discotecagens.
Dezembro de 2016 foi o ano que começou a fazer suas primeiras mixagens e desde então atua no cenário local em festas, feiras culturais e casas de show da cidade com repertório bastante diversificado cheio de grooves e brasilidades.

Dj Carol Blois

Carol Blois aparece na cena cultural manauara com discotecagem 100% vinil e inspirada nas Cremosas Vinil, grupo de mulheres Dj’s de SP. Com toques de soul, funk e grooves black que estão sempre em seus “sets”, ainda encontra tempo para pesquisa de discos brasileiros com influência da música negra das gringas. A Djane busca
conhecer novas e antigas vozes femininas e com gosto pelas músicas que fazem swingar. Chama pra pista!

Banda Los Matrinxãs

Inspirada na música amazônica e formada para desenvolver trabalho musical baseado na textura poética e rítmica regional, surge em agosto de 2018 a banda Los Matrinxãs. Projeto de jovens músicos manauaras que se conheceram através do convívio na cena musical e cultural da cidade.

Tem como integrantes: Ranyelle Araújo na bateria, Filipe Corrêa na guitarra e Victor Félix na voz.

Los Matrinxã tem repertório animado que deixa todo mundo alto astral num mexidão que mistura carimbó, guitarrada, cumbia, beiradão, boibumbá e outros ritmos e elementos do norte com músicas autorais e interpretando grandes compositores como: Dona Onete, Pinduca, Oseas da Guitarra, Teixeira de Manaus.

Dj Pedro Cacheado

Com linhas de baixo grooves, numa dialética entre beat e uma explanação sensorial que percorre o african beat, mangue-beat, tecnobrega, cumbia, carimbó, hip-hop e os ritmos latinos, Dj Pedro Cacheado propõe um set dançante. Tudo isso traduzidos em faixas, que tem como ponto de partida as batidas eletrônicas com muitos grooves, samples de jazz e nudisco se misturam em uma sequência onde cada música se completa e ao mesmo tempo dá uma nova direção em seu set. Pedro Cacheado tem uma pesquisa vasta que são os ritmos latinos e sua influência na música brasileira. Busca entregar uma paisagem sonora do espírito festivo dos povos do sul e o que essa alquimia faz com o sangue latino-americano.

SERVIÇO

PAVULAGI
Ed. Afroameríndios
18 de Abril – 20:00
Quinta-feira, véspera de feriado.
Aldeia em festa, nosso grito, nossa tribo.

DJS
Carolina Blois
Carol Amaral
Markito Rock a.k.a M.Beats
Pedro Cacheado
BANDAS
Mady e Seus Namorados
Los Matrinxãs
PARTICIPAÇÕES MAIS QUE ESPECIAIS
Luana Marajó
ARTES VISUAIS E VIDEO MAPPING
Rodrigo Duarte
feat
EXPOSIÇÃO “XAM NICO 2.0”
de Diego Batista
INGRESSOS ANTECIPADOS
https://www.sympla.com.br/pavulagi—especial-afroamarindios__495150

>>R$10,00+tarifa Sympla ou R$10,00 Curupira Mãe do Mato (COM DIREITO AO FAMOSO CALDO DE PIRANHA E ENTRADA FACILITADA)
>>R$15,00+tarifa Sympla (COM DIREITO A COPO EXCLUSIVO DA FESTA, ENTRADA FACILITADA e o FAMOSO CALDO DE PIRANHA PRA LEVANTAR O ASTRAL)
INGRESSO NA PORTA
>>R$15,00 LOTE 1
>>R$20,00 LOTE 2

MÚSICA TEMA

Curumim chama cunhatã que eu vou contar
Cunhatã chama curumim que eu vou contar
Curumim, Cunhatã
Cunhatã, Curumim
Antes que os homens aqui pisassem nas ricas e férteis
Terraes Brasilis
Que eram povoadas e amadas por milhões de índios
Reais donos felizes da terra do pau Brazil
Pois todo dia e toda hora era dia de índio
Mas agora eles tem só um dia
Um dia dezenove de abril
Amantes da pureza e da natureza
Eles são de verdade incapazes
De maltratarem as fêmeas
Ou de poluir o rio, o céu e o mar
Protegendo o equilíbrio ecológico
Da terra, fauna e flora pois na sua historia
O índio é exemplo mais puro
Mais perfeito mais belo
Junto da harmonia da fraternidade
E da alegria, da alegria de viver
Da alegria de amar
Mas no entanto agora
O seu canto de guerra
É um choro de uma raça inocente
Que já foi muito contente
Pois antigamente
Todo dia era dia de índio
Todo dia era dia de índio

Compositores: Jorge Menezes
Letra de Curumim Chama Cunhatã Que Eu Vou Contar (Todo Dia Era Dia de Índio) © Warner/Chappell Music, Inc

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