Star-D uma alternativa amazonense de transporte de massa

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O projeto, batizado de Star-D, foi desenvolvido pelos engenheiros amazonenses Antônio Leão, Olávo Tapajós e Luiz Claúdio Alencar. O Star-D é uma alternativa  mista que extrai o melhor do BRT e do Monotrilho. Em relação ao transporte, ele se assemelha na questão de custo com o BRT e na relação da capacidade de movimentação de passageiros por hora se assemelha ao monotrilho.

Novo modal de transporte de massa é criado no Amazonas Reprodução
Novo modal de transporte de massa é criado no Amazonas
Reprodução

A grande vantagem desse modal de transporte é que ele é menos agressivo ao meio ambiente, pois a desapropriação de pessoas e espaços na cidade para implantação do sistema é menor. Além disso, pode ser considerado ecologicamente correto, ao usar o Gás Hélio para o dirigível e o Gás Natural Veicular (GNV) para acionar as turbinas do veículo. O projeto é conceitual, mas já está patenteado e devidamente registrado e reconhecido.

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“A ideia do projeto Star-D surgiu de um amplo processo de estudos e pesquisas em busca de uma resposta para viabilizar uma outra alternativa para tratativa do problema crônico de mobilidade urbana existentes nas grandes cidades. Logo, não se poderia deixar a cidade de Manaus fora deste contexto problemático”, afirma um dos autores do projeto, Olavo Tapajós.

Segundo os engenheiros, o projeto é diferente de tudo que já foi pensado para a cidade, justamente por isso foi feito sob medida. Antônio Leão observou que as autoridades locais como a Prefeitura de Manaus e o governo do Estado têm focado na solução, levando em consideração duas grandes alternativas, respectivamente, já devidamente consagrados mundialmente, que são o BRT e o monotrilho.

“Todavia, sabe-se que o projeto do monotrilho apresenta muitas desvantagens que acabam inviabilizando a sua implantação. Porém, o projeto BRT tem várias vantagens que o colocam como a principal alternativa de implantação em várias cidades do mundo. Entretanto, o projeto Star-D é uma alternativa inovadora, com um custo próximo ao do BRT, e a capacidade de movimentação de passageiros equivalente ao monotrilho”, afirma o engenheiro.

Os responsáveis pelo projeto estimam os custos aproximados do projeto Star-D entre US$ 20 e US$ 40 milhões por quilômetro construído. “Espera-se uma redução no custo da tarifa, até porque o Star-D tende vai movimentar um maior número de passageiros, de 20 a 60 mil por hora, facilitando a redução no custo da tarifa”, garante.

 

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