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Suspeita de aliciar adolescentes para prostituição infantil é presa no interior do AM

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Foto: Divulgação/Polícia Civil

Uma mulher de 26 anos foi presa suspeita de praticar prostituição infantil contra, pelo menos, duas adolescentes, no município de Careiro da Várzea, 25 km distante de Manaus, nesta terça-feira (1º). Conforme a polícia, uma das menores chegou a ser aprisionada com um homem para ser estuprada. No momento da prisão, a mulher ainda reagiu e recebeu os policiais com uma faca na mão.

De acordo com o delegado titular da 35ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) do Careiro da Várzea, David Jordão, as investigações sobre o caso iniciaram há aproximadamente três meses, quando a delegacia recebeu denúncias de duas adolescentes que estariam sendo vítimas de prostituição infantil, aliciadas pela mulher.

O delegado explicou que a mulher se aproximava das vítimas ao oferecer emprego de babá para seus filhos. Após aceitar o serviço, ela aliciava as adolescentes para prostituição infantil.

No depoimento de uma das vítimas, a adolescente contou que a suspeita chegou a aprisioná-la com um cliente, em sua casa, para que fosse estuprada. Já a segunda vítima, contou que teria sido embriagada para depois manter relações sexuais.

O mandado de prisão temporária em nome da suspeita foi expedido no dia 31 de agosto, pela juíza Fabíola de Souza Bastos Silva, da Comarca de Careiro da Várzea.

“No momento da prisão, a suspeita reagiu e recebeu a equipe de investigação com uma faca nas mãos. Porém, a situação foi controlada e a investigada foi levada às dependências da delegacia para os procedimentos cabíveis”, disse o delegado.

A mulher foi encaminhada à delegacia e presa suspeita de cometer os crimes de prostituição infantil e participação em crime de estupro de vulnerável. Ela recebeu o benefício de prisão domiciliar pelo prazo de 30 dias, por ter dois filhos menores de idade, conforme o delegado.

O delegado David Jordão informou ainda que as investigações sobre o caso continuam para identificar os possíveis clientes. Informações sobre outras vítimas feitas pela mulher podem ser repassadas para a polícia pelo número 181, disque-denúncia da SSP, ou pelo Disque 100, serviço de denúncias e de proteção contra violações dos direitos humanos.

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