Thiago Braz consola atleta francês Lavillenie após vaia durante premiação

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Após o choro na cerimônia de premiação, quando foi novamente vaiado pelo público no Engenhão, o francês Renaud Lavillenie foi consolado pelo medalhista de ouro Thiago Braz, que o derrotou na prova de salto com vara na última segunda-feira, e também pela lenda do esporte Sergey Bubka. A imagem foi publicada na conta oficial do COI no Twitter.

Thiago Braz consola o francês Renaud Lavillenie, observados por Sergey Bubka - COI / Reprodução
Thiago Braz consola o francês Renaud Lavillenie, observados por Sergey Bubka – COI / Reprodução

Durante a disputa, Lavillenie foi vaiado pelo público conforme se firmava como o principal rival de Thiago pelo título. Após a competição, ele criticou as vaias, incomuns no atletismo. Nesta terça, quando voltou ao Engenhão para a cerimônia de premiação da prova, foi novamente hostilizado pelo público.

O presidente do COI, Thomas Bach, também criticou as vaias do público, especialmente na cerimônia de premiação: “Chocante o comportamento do público vaiando Renaud Lavillenie no pódio. Inaceitável numa Olimpíada.”

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Durante a cerimônia, até mesmo Thiago Braz, que não fala com o adversário há mais de um ano, se mostrou incomodado com as vaias e pediu aplausos para o rival, que chegou a chorar durante o hasteamento das bandeiras.

Durante a cerimônia, até mesmo Thiago Braz, que não fala com o adversário há mais de um ano, se mostrou incomodado com as vaias e pediu aplausos para o rival, que chegou a chorar durante o hasteamento das bandeiras.
Durante a cerimônia, até mesmo Thiago Braz, que não fala com o adversário há mais de um ano, se mostrou incomodado com as vaias e pediu aplausos para o rival, que chegou a chorar durante o hasteamento das bandeiras.

Depois de não ter conseguido saltar 6,03m, recorde olímpico estabelecido pelo brasileiro na final da prova, o francês criticou a falta de fair play da torcida brasileira, e disse que nunca tinha visto nada parecido desde Berlim-1936, quando os Jogos Olímpicos aconteceram durante o regime nazista da Alemanha.

Mais calmo, horas depois, ele pediu desculpas pela comparação com a hostilidade do regime nazista, sem retirar as críticas.

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