Tubarão no AMAZONAS!

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Hoje muitas pessoas quando assistem o programa do canal Discovery Channel, “Monstros do rio” com o famoso Biólogo Jeremy Wade que sai pelo mundo afora em busca de monstros, trazendo a tona uma questão sobre como os rios escondem monstros gigantescos, capazes de tirar a vida de pessoas por sua força, por sua ferocidade, porém antes mesmo de Jeremy começar sua empreitada descobrindo peixes gigantescos e demonstrar que alguns que deviam viver na água salgada passaram a mudar de ambiente em caso de necessidade se adaptando, como no caso de tubarões que vivem hoje em alguns rios do mundo.

A princípio falasse muito de monstros marinhos vivendo nos rios, mas Jeremy com conhecimento do mundo marinho e da vida nos rios demonstra como os rios também podem ser lugar de terríveis peixes não somente  os Jacarés e crocodilos, mas animais de enorme força que em contato com o homem saíram vencedores em uma batalha de vida ou morte.

UM DOS 16 EXEMPLARES CAPTURADO NO AMAZONAS E LEVADO PARA PESQUISA NO IBILCE EM SJRPRETO - SP
UM DOS 16 EXEMPLARES CAPTURADO NO AMAZONAS E LEVADO PARA PESQUISA NO IBILCE EM SJRPRETO – SP
O jornal a " A Província do Pará", lançou este relato "Tubarão pescado no Amazonas media cerca de três metros":
O jornal a ” A Província do Pará”, lançou este relato “Tubarão pescado no Amazonas media cerca de três metros”:

No entanto, há casos  no rio Amazonas da presença de tubarões, como ver-se no jornal durante da década de 70.

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A presença do animal gigante com toda certeza assustou aos pescadores que presenciaram um monstro dos mares, morando no rio Amazonas,  essa mudança ou essa adaptação dos grandes predadores, segundo alguns biólogos marinhos ocorre pela falta de alimento em seu habitat comum ou por meio de características que possibilitam animais de aguá salgada a viverem nos rios e vice-versa. Porém apesar desse esclarecimento científico imagine o medo desses pescadores que na outra vez que saíram para pescar devem ter se perguntado quantos segredos a vida  nos rios ainda esconde de homens experientes na vida da pesca e que vivem mais tempo no mar do que na terra, por isso a figura enorme do animal enlaçado nas redes é uma evidência de que tais habitats antes considerados inóspitos ou livres de predadores monstruosos como o tubarão podem se tornar uma nova morada para essas essa espécie.

Imaginemos quantos peixes não possui, quantos monstros estão ai nas águas escuras e barrentas do Amazonas… mas sabe de uma coisa? É muito bom nadar no rio! Curto demais, ja pulei várias vezes de barco no meio do rio, e só vi uma vez um amigo se machucar, ele ao pular no Rio Solimões (estávamos em Parintins) algum peixe furou o braço dele, então quando ele emergiu, tinha um corte e nessa hora paramos de brincar, pois acreditaríamos que o sangue pudesse atrair peixes maiores.

Eu quando pequeno sofri uma mordida de algum peixe pequeno quando tinha meus 7 anos, até hoje tenho a cicatriz no dedo, isso foi lá na Ponta Negra (Manaus), me lembro até ser retirado da água chorando e gritando muito, me lembro de ter pego táxi com a mamãe e termos ido pra SAMEL, e a última coisa que lembro foi eu respirando o “balãozinho da xuxa”, depois desmaiei e já lembro apenas de volta em casa.

Gostaria é de desejar um boa sorte Jeremy e continue sua empreitada a descobrir os monstros dos rios e que na minha opinião não é somente um programa de entretenimento, mas que alerta as mudanças ocorridas na   biologia marinha e a capacidade de adaptação de alguns desses monstros marinhos e que põe em risco a vida de muitas pessoas .

Tubarão capturado no Paraná da Eva, na década de 70
Tubarão capturado no Paraná da Eva, na década de 70
Tubarão capturado no Paraná da Eva, na década de 70
Tubarão capturado no Paraná da Eva, na década de 70
Tubarão capturado no Paraná da Eva, na década de 70
Tubarão capturado no Paraná da Eva, na década de 70

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