Home Notícias Tucumã ganha destaque nacional, e “está para Manaus como o Açaí está para Belém”, segundo colunista

Tucumã ganha destaque nacional, e “está para Manaus como o Açaí está para Belém”, segundo colunista

3 min - tempo de leitura
306

Na edição da última quarta-feira (16), a colunista Neide Rigo do Estadão Paladar, publicou em sua coluna sobre o tucumã, a fruta genuínamente amazonense e desconhecido no Sudeste brasileiro. Segundo Neide, “O tucumã está para Manaus como o açaí está para Belém. A fruta amazônica se presta a diversos preparos: de sanduíche de fast food a óleo das larvas”, disse.

Ela também fala na publicação que esteve em Lábrea, a 853 km de Manaus, e na cidade o tucumã reina por toda a parte. “nas bancas do mercado municipal, nas quitandas, no chão das roças ao redor das palmeiras e no comércio improvisado em calçadas pelos moradores. Não há quem não goste naquele canto da Amazônia. Come-se com farinha, acompanhado de café, no beiju de massa ou na tapioca”, diz.

"O tucumã está para Manaus como o açaí está para Belém.", segundo colunista do Estadão. / Foto: Reprodução.
“O tucumã está para Manaus como o açaí está para Belém.”, segundo colunista do Estadão. / Foto: Reprodução.

X-Caboquinho apaixonante
O nosso sanduíche local, o x-caboquinho, segundo a colunista, é o tipo de fast food que cativa manauaras e turistas pela simplicidade e delícia. “As lascas são retiradas depois de se descascar o coquinho rodeando o caroço como se descasca uma laranja”.

“Não sei se a comparação se confirma, mas senti que o tucumã está para Manaus como o açaí está para Belém. O x-caboquinho está por toda parte e pode ser incrementado com banana-da-terra frita. Já em Lábrea, o mais comum é a versão clássica, com tapioca – irresistível.”, destaca.

O nosso X-Caboquinho é "Trata-se de um irresistível sanduíche com recheio de lascas de tucumã e queijo coalho". / Foto: Reprodução
O nosso X-Caboquinho é “Um irresistível sanduíche com recheio de lascas de tucumã e queijo coalho”. / Foto: Reprodução

Ela finaliza recomendando conhecer a fruta local. “Para aqueles que não conhecem e estão loucos para provar, sugiro que vivenciem o tucumã em seu território de origem. Viajemos para nos encantar com tucumãs e outras preciosidades amazônicas. Mas traga na bagagem de volta alguns coquinhos para fazer uma canhapira“, recomenda.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

Carregar Mais Matérias Relacionadas
Carregar Mais Por Nickson Maciel
Carregar Mais Em Notícias

Deixe uma resposta

Leia Também

Alunos nordestinos fazem saudação nazista em sala de aula e são suspensos pela direção

Um grupo de adolescentes de 17 anos  do Colégio Santa Maria, um dos mais tradicionais da r…